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Manter a vacinação em dia é essencial para proteger idosos frágeis

Nem sempre a fragilidade está relacionada apenas à idade. Ela pode estar associada à perda de força muscular, dificuldade de locomoção, doenças crônicas, quedas frequentes, perda de peso involuntária e maior vulnerabilidade a infecções.

Segundo o médico especialista em Saúde do Idoso, Fábio Pavan, com o envelhecimento o sistema imunológico passa por mudanças naturais, tornando as infecções potencialmente mais perigosas. Entre os principais fatores estão a menor capacidade de defesa do organismo, a recuperação mais lenta, o maior risco de complicações e o aumento das internações hospitalares.

Por isso, a vacinação desempenha um papel fundamental na proteção da saúde da pessoa idosa. Mais do que evitar doenças, as vacinas ajudam a prevenir hospitalizações, agravamento de doenças crônicas, perda de mobilidade, declínio funcional e complicações respiratórias. Em muitos casos, vacinar-se significa preservar a independência e a qualidade de vida.

Fique atento ao calendário

Entre as vacinas mais importantes para os idosos estão a Influenza (gripe), a pneumocócica, a Covid-19, a herpes-zóster e a dTpa, que protege contra difteria, tétano e coqueluche. A atualização da carteira vacinal é uma das formas mais eficazes de reduzir riscos e promover um envelhecimento mais saudável.

No entanto, a prevenção não depende apenas da vacinação. Uma alimentação equilibrada, hidratação adequada, prática regular de atividades físicas, sono de qualidade, acompanhamento médico periódico e o controle adequado das doenças crônicas também são medidas essenciais para fortalecer o organismo e reduzir complicações.

Papel da família

Muitas vezes, o idoso não se lembra quando recebeu a última vacina ou desconhece quais reforços ainda precisa receber. Nesse contexto, o papel da família torna-se fundamental, auxiliando no acompanhamento das consultas, na conferência da carteira de vacinação e no incentivo à atualização das vacinas recomendadas.

“Vacinar é cuidar do presente e do futuro. A prevenção contribui para que o idoso mantenha sua autonomia, independência, segurança e qualidade de vida. Quanto maior a proteção, maiores são as chances de envelhecer com saúde e bem-estar.”

Fotos Divulgação e texto Giovane Weber/FW Comunicação